24 de novembro de 2008
15 de julho de 2008
Ecos da Grande Festa da Troca Solidária!
Chico Buarque
No passado Domingo, 6 Junho
Foi bom celebrar com tantas pessoas que me acompanharam na vida. Rever a familia, pessoas que me conhecem desde criança, amigos de infância, amigas de presente caminho holístico... Foi uma oportunidade para todos, de experimentar uma outra forma de troca, a troca solidária.
Doei várias coisas do recheio da minha casa, que nesta nova fase da minha vida, são desnecessárias, e que não pude trazer comigo, para a minha nova casa. A festa foi um verdadeiro sucesso. Posso dizer que ultrapassou as minhas próprias expectactivas, tanto em adesão, como em participação. Acima de tudo valeu pelo espirito com as pessoas se apresentaram e 'entraram' também na onda Festa da doação. Fico super-feliz, por saber que muitas das coisas, que deixaram de ser úteis para mim, ganharam uma nova vida, para os muitos 'visitantes' que para li passaram.
Esta foi uma iniciativa inspirada nos valores da economia solidária. Partiu da necessidade de dar um destino útil a esses objectos que deixaram de ser úteis para mim, e que não queria simplesmente deitar fora. Porque acredito que todas as coisas têem um valor, nem que seja simbólico, propûs uma troca; doei os meus objectos em troca do que cada pessoa se dispôs a fixar como o valor justo para o seu donativo, dentro das suas possibilidades. Esta já é uma prática de muitos milhões de humanos, que em vários pontos do planeta, buscam todos os dias novas formas de 'comércio' justo, solidário, baseado no trocal. Uma prática tão milenar, quanto o são as trocas de produtos e serviços entre pessoas.
Animou-me de tal forma esta iniciativa, que não pude deixar de a compartilhar com os 'meus' leitores. Estou animado a lançar outras iniciativas com companheiros do lugar onde vivo, e a lançar aqui esta semente. Sei que esta é uma forma singela de contribuir para a sustentabilidade do planeta; é a que está ao meu alcance e que me faz muito sentido!
Acredito que se cada um de nós, contribuir com a sua parte, podemos mudar as muitas consciências, a partir da acção consciente, do consumo consciente e das trocas solidárias.
Animo a todos os que não sabem o que fazer dos seus objectos, a organizarem festas ou feiras solidárias. Onde o principio é o do ganha-ganha e não o de ganham uns e pedem outros. Todos podemos ganhar com esta forma solidária de economia. Os promotores, as pessoas que encontram algo que ainda pode ser útil para si, por um valor justo e solidário. Ganha a sociedade, porque permite a algumas pessoas com menos recursos, de acederem a bens que de outra forma não seria possível. Ganha o planeta, pois aumenta-se o ciclo de vida de objectos de de outra forma, seriam simplesmente eliminados, com custos muito elevados, em termos ambientais para o planeta.
Animo-os a lançarem estas iniciativas, no vosso grupo de amigos, no vosso bairro, na vossa comunidade. A criatividade de cada um pode trazer novas formas de por em acção este ideia. Se simplesmente cada um contribuir com a sua gota de água, estará contribuindo para gerar uma onda de mudança, que é já um grande começo.
5 de julho de 2008
Festa da troca Solidária

"O melhor de receber é dar"
sabedoria cristã
Finalmente o Verão entra no coração. A celebração da vida transpira em cada rosto. A mudança, flutua no ar. Novas ideias, novas energias, novas oportunidades. Este é também um tempo de limpezas, de desapego daquilo que nos enche os armários de memórias e de objectos passados. O que deixou de ser útil para mim pode super-útil para outras pessoas. Tudo pode acontecer através de uma troca simples! Baseado nos valores da partilha e da economia solidária, podemos por a energia da troca em prática. Podemos doar os nossos objectos em troca do que cada pessoa se disponha a fixar como o valor justo para o seu donativo, dentro das suas possibilidades. Que uma real e verdadeira dificuldade de trocar não impeça de doar, nem que seja um simples soriso. Este tempo convida á celebração do que á de mais genuíno no ser humano. Dar e receber é uma energia que contribui para as causas da felicidade e da felicidade de todos os Seres.
29 de maio de 2008
Alimentação no Mundo
O que comem numa semana:
Verifiquem a dimensão de cada familia em cada país, a sua disponibilidade financeira e o custo do que (podem) comer semanalmente.
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1 » Alemanha: Familia Melander, Bargteheide
Gastos semanais em comida: 375.39 Euros
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2 » EUA: Familia Revis, North Carolina
Gastos semanais em comida: 341.98 Euros
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3 » Itália: Familia Manzo, Secília
Gastos semanais em comida: 214.36 Euros
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4 » México: Familia Casales, Cuernavaca
Gastos semanais em comida: 120.6 Euros
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5 » Polónia: Familia Sobczynscy, Konstancin-Jeziorna
Gastos semanais em comida: 96.4 Euros
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6 » Egipto: Familia Ahmed, Cairo
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7 » Equador: Familia Ayme, Tingo
Gastos semanais em comida: 20.1 Euros
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8 » Butão: Familia Namgay, aldeia de Shingkhey
Gastos semanais em comida: 3.2 Euros
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9 - Chade: Familia Aboubakar, campo Breidjing
Gastos semanais em comida: 0.78 Euros
14 de maio de 2008
Trabalho de Equipa

Não é uma empresa, nem uma ONG, é uma ideia!
Uma ideia simples, fantástica, criada por um holandês, que merece ser divulgada e partilhada com o mundo. Com um site simples, mas muito eficaz, poderão ficar a saber tudo sobre como podem fazer a diferença com a vossa equipa!
Por uma nova economia ética - parte II
No plano Social nunca como hoje se teve tanta consciência social no mundo. Existem milhões de pessoas, voluntárias, trabalhadores sociais, activistas, que em várias áreas e que se mobilizam através de várias formas de participação e organização (associações, fundações, ONG's, projectos humanitárias, ambientalistas, de paz, etc), que dedicam o seu tempo, o seu talento ás causas sociais. Contribuem decisivamente para mudar o Mundo para um Mundo Melhor (ref. Livro: "Como Mudar o Mundo").
No entanto, nunca o mundo conheceu tantas guerras como hoje. Relembremos que apesar do movimento mundial pela paz, que movimentou milhões de pessoas em todo o mundo, nas principais capitais de vários paises, contra a guerra no Iraque; em 2003 (com a hoje conhecida mentira das armas químicas/destruição massiva), os EUA e os seus aliados invadiram o Iraque.
Vale a pena perguntar, com tantas manifestações, com tanta pressão pública, o que faltou para evitar a Guerra?
Hoje continuam a existir guerras, algumas ainda mais cruéis que a do Iraque. Em África, por exemplo no Sudão, já terão morrido mais pessoas que no Iraque e no entanto... é uma contradição!
As contradições são importantes para nos fazer despertar. Então mais uma vez a questão é - O que podemos fazer, que ainda não foi feito, para mudar esta situação?
Vejamos o Económico. Nunca no mundo houve tanto dinheiro a circular. Nunca houve tanta riqueza como hoje em dia. No entanto... nunca houve tanta pobreza no mundo como hoje! A pobreza é um problema de tal dimensão que levou a ONU a convocar o encontro do Milénio, ponde ficaram definidos os Objectivos do Milénio (2000 - 2015). Onde estamos em 2007? Quantos desses objectivos foram alcançados, na primeira metade do plano? Muito pouco! O que levou o novo secretário-geral da ONU a convocar nova reunião (e muitas outras se tem sucedido) para incentivar os países que se comprometeram unanimemente, a por em prática esses Objectivos. Não se fez nada? Sim! Basicamente caridadade. A realidade conta que as massas de pobreza são maiores e continuam a crescer. Três mil milhões de pessoas vivem na pobreza absoluta, e um mil milhões estão abaixo do limiar da pobreza absoluta. Então e perante esta situação o que fazemos? O que estamos fazendo mal? Que parte de responsabilidade temos nesta situação? O que podemos fazer para mudar a situação? Qual é ou quais sãos as causas desta situação? As causas podem resumir-se a duas:
A primeira que está relacionada com a segunda; o modelo socio-económico actual, que não funciona e continua a gerar pobreza, atraso social, guerras, destruição do planeta. Com este modelo chegámos ao cúmulo de perder a noção do que é um Ser Humano.
Isto está promeira questão, está ligada á segunda causa, que é a Educação. Que valores nos inocularam? Que o Ser Humano é basicamente um animal (Teoria da Evolução). Sobrevivem os mais fortes. Ou seja vivemos todos numa selva modernizada, a que chamamos Sociedade. Os valores do Mercado Livre, que se baseia nas "leis" da oferta e na procura. Mas que "leis" são essas? Que leis inexoráveis são essas? Leis enexoráveis só podemos reconhecer na Natureza! Valores inexoráveis, só podemos reconhecer a Liberdade e a Consciência. O tempo (metoreológico) que faz hoje, se chove ou faz sol, é inexorável. Já a queda das acções na Bolsa não o é. Se observarmos como são dadas as notícias de um e outro tema: são dadas da mesma forma! Como a Bolsa fosse regida pelas tais leis inexoráveis! Não o é!
Importa que relembrar que o que destingue o Ser Humano dos demais é a dignidade. Então haverá outra forma de funcionar? Sim!
Por exemplo, o que nos leva a concluir que o modelo competitivo actual regido pelas "leis" da oferta e da procura não vai de encontro á nossa juventude? Porque será que tanta gente jovem se droga? Porque está a aumentar a violência juvenil nas escolas e nas ruas? Porque é um reflexo da sua impotência perante este modelo socio-económico que não agrada aos jovens! O modelo da luta competitiva não agrada aos jovens. Este modelo está a trazer cada vez mais sofrimento aos nossos filhos. Porque este modelo está baseado no egoismo que foi a base de todo a história da Economia desde a sua fundação no séc. XIX.
Então que alternativa temos a este modelo económico? Uma economia ética e solidária! A primeira questão que nos temos que colocar é: a mim, o que me gostaria de fazer nesta vida? Buscar um sentido ético para essa vida, é ter a consciência que no mundo para além de mim, existem outros humanos e o planeta. Ter consciência que as minhas acções têm repercursão no planeta terra.
O como é que podemos contribuir para uma alternativa com o nosso dinheiro? Recordemos que o dinheiro nasceu como meio de troca. Numa relação existe sempre um intercambio, e o valor é aquilo que necessitas.
Então que possibilidades dá o dinheiro ao mundo? Trocar o meu trabalho em qualquer parte do mundo por aquilo que necessito (bens e/ou serviços). Foi o que o dinheiro permitiu ao longo da história - o intercambio entre pessoas. Os templários foram dos primeiros a emitir cheques!
O que se passa hoje com o dinheiro? 98% é electrónico! O que ampliou ainda mais a possibilidade de intercâmbio entre as pessoas. O principio é bom, mas o seu uso é mau. Como possiblididade é bom, mas as consequências do seu uso estão á vista. Porque perdemos a consciência dessa relação de troca com outras pessoas.
O dinheiro pode ser usado de três formas básicas: compra, poupança e doação. Normalmente em qualquer destes três usos básicos (possíveis) não somos conscientes do seu uso. É aqui que podemos realmente contribuir para uma mudança radical - através da consciência do dinheiro, de como o usamos, de como o poupamos e de como o doamos.
As três questões básicas que podemos colocar quanto ao uso da compra são: Porque compro? O que compro? Onde compro? Por isso surgir o movimento do Comércio Justo.
Porque quando compro é importante ter a consciência se realmente preciso do que estou a comprar. Porque é importante a consciência do que estou a comprar, se é um producto originário de uma fábrica que explora crianças na China ou na India, ou se é produzido com porcessos químicos que estão a contribuir (ainda mais) para a destruição do planeta, e para as alterações climáticas.
Quanto á poupança. Quando poupamos estamos conscientes do que poupamos? Porque poupamos? Para quê? Poupamos basicamente por medo do futuro! Exemplo disso, a frase que ouvimos e repetimos aos nosso filhos - tens que estudar porque amanhã não sabes se não perderás um bom emprego que precisa de gente com estudos!... - isto é a educação baseada no medo que nos ensinaram os nossos pais e que estamos a ensinar aos nossos filhos!
Os bancos apareceram por isso mesmo - pelo medo! Para poderem tranquilizar as pessoas quanto a esse medo - o medo do futuro.
Um banco (de forma muito simplificada) tem um funcionamento muito básico - recebe as as poupanças do poupador, e financia com esse dinheiro os empreendedores/empresários que precisam do dinheiro para por as suas ideias em marcha. A função básica do banco neste triângulo é a de garantir liquidez. Gerindo os interesses, que a parte de juro/percentagem de riqueza gerada pelo empresário depois de pedir o seu empréstimo. Aqui volta a questão da consciência. Como poupamos, onde poupamos? Que fundos de investimento apoiamos? Já alguém se questionou onde põe o seu dinheiro? Que interesses são gerados com as suas poupanças? Pois é preciso estão consciente que hoje, os negócios que mais dinheiro movimentam no mundo são a guerra, a droga e o sexo! Então será importante ter a consciência de analisar onde poupamos o nosso dinheiro, analisar os nosso fundos de investimento. Olhar para a lista de empresas que compõe esses fundos!
"O nosso dinheiro é a nossa força para mudar o mundo!" Usar o dinheiro com responsabilidade e consciência está nas nossas mãos!
Aqui podemos questionarmos - existem alternativas? Sim! A banca ética. Aqui consideremos a terceira forma dse uso do dinheiro - a doação. Quando doamos não somos conscientes. Doar é dar o nosso dinheiro a outro para que o outro faça coisas. Sabemos que coisas vai fazer o outro? Quando doamos é importante sabermos e exigirmos saber onde se gasta o nosso dinheiro! Até os nossos impostos são uma forma de doação. Deveriamos exigir saber para onde vão e como são gastos (se em educação, protecção ambiental ou em armamento, apoio a industrias poluentes...).
Para ser livre é preciso ser consciente. Por isso é importante fazer doações conscientes. (existe mesmo um movimento sobre o Testamento Consciente). Então concluindo, se o mundo está mal é porque a Banca (baseada no tal modelo sócio-económico) está mal. Mais de 98% do dinheiro que se move no mundo é especulação! Para entender a Economia haveria que olhar para exemplos vivos - como o Ser Humano. Olhar para o sangue, para o coração... o coração é um orgão consciente. Não existe célula no corpo onde não chegue o sangue. Assim deveria ser a economia. O sangue/dinheiro deveria chegar a todo o tecido social!
A banca ética como alternativa, procura desalojar o medo do subconciente humano. A banca ética, continua a ter a viabilidade e o beneficío económico como os demais bancos, mas com a ética de redistribuir perante o humano e o ambiental.
Assim nasceu o projecto Triodos Bank, que tem origem na palavra grega e que significa triplo caminho. Um caminho de apoio á cultura, ao ambiente e em particular ás energias renováveis, e como terceiro eixo o apoio a projectos sociais.
Esta a forma como acreditamos que com consciência podemos o usar o poder que o nosso dinheiro nos dá para transformar o mundo num mundo melhor.
5 de maio de 2008
Por uma nova economia ética - parte I
Quero partihar agora a enorme satisfação que senti por ter tomado conhecimento da existência deste projecto europeu, que já tem alguns anos e que dedica parte importante da suas actividade a apoiar projectos como a Amnistia Internacional, ou a Oxfam, entre muitos outros projectos que contribuam de uma ou outra forma para elevar o nível de dignidade humana, o desenvolvimento sustentável e am protecção ambiental.
Mais que tudo quero manifestar a minha profunda admiração pela forma corajosa como falou Antoni. Sim, porque é de reconhecer que para um banqueiro, falar de ética, é preciso, no mundo de hoje ter coragem. Assim como em tudo o que façamos na vida; é preciso coragem e determinação para defender os valores de uma nova economia assente em valores éticos, que respeitem o ser humano na sua dignidade, que valorizem as ideias que contribuem verdadeiramente para a prosperidade social de todos, e não apenas o enrequecimento fácil de alguns, á custa naturalmente do planeta, dos muitos e muitos milhões de de seres humanos excluidos dessa mesma prosperidade.
Gostaria de partilhar aqui algumas das notas que tomei durante a conferência e que me parecem da máxima relevância partilhar com os meus queridos leitores.
Notas da "Conferência: Dinheiro e Consciência"
Vivemos uma época de contradições. Vivemos num Mundo de grandes contradições. Essas contradições não deixam de ser reflexo das nossas próprias contradições individuais. O dinheiro e o seu uso é só uma dessas muitas contradições.
Vejamos o mundo da ciência: vivemos uma das épocas mais fascinantes em termos de descobertas científicas. Viagens espaciais, descoberta da cadeia de ADN, supercomputadores, tecnologias avançadas aplicadas ás mais variadas áreas da actividade humana... nunca na história da humanidade, se avançou tanto e em tão pouco tempo no conhecimento científico e tecnológico. No entanto... somos incapazes de resolver problemas fundamentais para a sobrevivência do planeta, como as alterações climáticas! Como é que possível que tanto conhecimento científico, não seja capaz ce resolver os problemas desta planeta?
A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é - que parte de responsabilidade tenho para o que o se está passando no mundo? A seguir deveremos perguntar - há algo que possa fazer para deter ou mudar esta situação?
Vejamos o mundo da medicina: nunca como na actulidade se conheceram tantos avanços médicos! Descobriram-se vacinas, medicamentos e cura para muitas das doenças mortais do século passado! No entanto... existem mais de 5 milhões de infectados com HIV, e aumentando todos os dias! Aumentam as doenças de disturbios psicológicos; nos países desenvolvidos, a anorexia/bulimia é uma doença em crescimento! A depressão é a primeira causa de baixa laboral em muitos paises, e o suicidio uma das primeiras causas de morte. Em Barcelona já é a primeira causa de morte! (n.r.) No Japão a questão foi recentemente discutida e está a preocupar bastante os seus governantes, que já discutem como adoptar medidas para impedir o seu crescimento!
A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é - que parte de responsabilidade tenho no que se está passando? A seguir deveremos perguntar - há alguma coisa que possa fazer para mudar esta situação?
(seguirei com a publicação das notas desta conferência em futuros posts; entretanto permitam-se pensar nas perguntas que ficam aqui)
10 de fevereiro de 2008
Yo extranjero ¡me confeso!
¡Y verás que soy un hombre!"
Canción-poema de Rafael Amor
(ES - Castellano)
Como recién llegado, a un par de meses, en Galicia - me tengo 'abstenido' de escribir sobre la política partidaria de ese nuestro querido país hermano, que tan bien me acogió. No solo por que tengo la humildad de reconocer lo poco que sabia (que se) sobre los meandros de a política partidaria de España, de la gestión del poder publico, y quien san as fuerzas que se mueven en ese plano. Busqué hace que aquí llegué tener una actitud de observador, de escucha atenta a todas las corrientes de pensamiento, aunque me posicione (toda mi vida), al lado de aquellos que buscan un "Otro Mundo Mejor" (independiente de cualquier formación partidaria).
Ahora, que voy estando más informado y un poco más atento a lo que se esta pasando, voy entendiendo un poco mejor, mientras, lo que cada una de las formaciones candidatas a las próximas elecciones (9-M) proponen para el gobierno de España. Con más o menos semejanzas con lo que se pasa en Portugal, como siempre en elecciones, hay que buscar separar el ruido electoral, de lo que verdaderamente importa a los cuidadanos. Distinguirse lo que pueden ser propuestas que respondan a los principales problemas sociales, ambientales y eco-nómicos (eco que tiene que ver con un concepto ecológicamente sano), de las promesas sin profundidad, o peor, de las propuestas populistas, que por cierto darán algunos votos más para quien las hace, pero que no son consecuentes con una visón civilizacional para nuestro milenio.
Confeso, que siento ahora en mi piel lo que es ser extranjero; siento aquello miedo 'silencioso' de hablar sobre cosas, que dirán unos, no me dicen respecto, pues yo aun ni siquiera tengo el derecho de votar en España. Otros dirán que la cuidadania, debe de caminar con el humanismo, y que en la Carta Universal de los Derechos Humanos, nadie puede ser privado de la su libertad de expresión, sea en parte del planeta viva. Se la mundialización, sirve tantas atrocidades (hambre, miseria, explotación,...), pues que sirva aun para que los cuidadanos libres del mundo puedan exprimir lo que sienten, donde que estean viviendo.
Pues yo, extranjero me confeso! Aunque sea un extranjero con grande previlegio, pues vivo en una de as regiones más cercanas, en España, de mi cultura (portuguesa), de sus hábitos y 'costumbres' - Galicia. Soy un cuidadano europeo de pleno derecho, legal en España, tengo previlegios de cuidadania, que otros emigrantes, no alcancaran nunca, por muchos años que vivan, trabajen y contribuían para la prosperidad de ese país donde escogí vivir.
Aparece ahora, en medio de lo debate electoral, una de las propuestas más precipitantes sobre emigración, aun que no sea original (pues desafortunadamente esa corriente populista, tiene aun sus hermandades en Francia, Bélgica, aun en Portugal, y en otros países), no deja de ser llena de un pensamiento xenófobo.
A menudo, lo que propone el candidato del PP - Rajoi - es que todos los extranjeros sean obligados a firmar un contrato que los obligué a condiciones humillantes y violadoras de los más elementares derechos humanos - la aceptación de un integracionismo cultural, de habitos y costumbres, mui dificiles de 'definir'. Se España es un país 'maioritariamante' cristiano, y taurómaco (como Portugal), debemos ser todos, los extranjeros, convertidos, o aficionados? Donde se queda la tolerancia cultural, religiosa, civilizacional (en que España además es pionera)?
Pues cuando decidimos a emigrar para un cualquier país, es natural que la aprendizaje de la lengua, la convivencia y compartir com la cultura local, sea no solo evidentemente una necesidad, más aun una oportunidad de compartir de una vivencia multi cultural, que puede beneficiar y ampliar civilizacionalmente a todas las culturas (las de origen y las emigrantes). Cuando se busca en la emigración la 'cabeza turca' de todos los males sociales de un pobo o nación, estamos negando lo derecho a que todos puedan aspirar a la felicidad. Todos los pobos tienen sus emigrantes - españoles, gallegos, portugueses, brasileños, africanos, aun los EEUU! - y todos los pobos tienes su derecho a desear la felicidad. Cuando se busca meter los emigrantes en un chaleco de fuerzas basado en cualquier contrato, como escusa para dejar de buscar el dialogo intercultural, y se pretende imponer habitos y costumes a través de una lei ciega, estamos a forzar la naturaleza humana. Estamos a cortar las más elementales leys de convivencia humana - la tolerancia, la diversidad, el dialogo.
Yo extranjero ¡me confeso! y pido que los políticos (de todos los países, aun el mio de origen) que se proponen a gobernar nos, pesen en sus actitudes, propuestas y palabras lo cuanto podremos perder todos con la uni-culturalidad y con la imposición de valores sin respecto a los demás. Ahí crecen todos los extremismos a que me recuso dar mi silencio. Por que la solidariedad, la libertad y la aspiración a la felicidad, me toca mucho más en la consciencia que todos los miedos.
(PT)
Como recém-chegado, à um par de meses, à Galiza - região autónoma do reino de Espanha - tenho-me 'abstido' de escrever sobre a política partidária deste nosso querido país irmão, que tão bem me acolheu. Não só porque tenho a humildade de reconhecer o pouco que sabia (que sei) sobre os meandros da política partidária por terras de Sua Majestade, da gestão do poder público, e quem são forças que se movem neste plano. Procurei desde que aqui cheguei ter uma atitude de observador, de escuta atenta a todas as correntes de pensamento, ainda que me posicione (ao longo da minha vida), do lado daqueles que buscam um "Outro Mundo Melhor" (independente de qualquer formação partidária).
Agora, que vou estando mais informado, e um pouco mais atento ao que se está passando, vou entendendo um pouco melhor, por entrelinhas, o que cada uma das formações candidatas ás próximas legislativas de Março (9-M) propõem para o governo de Espanha. Com mais ou menos semelhanças com o que se passa em Portugal, como sempre em eleições, à que procurar separar o ruído eleitoralista, daquilo que verdadeiramente importa aos cidadãos. Distinguir aquilo que podem ser propostas que respondam aos principais problemas sociais, ambientais e eco-nómicos (eco dentro de um conceito ecologicamente são), das promessas sem fundo, ou pior, das propostas populistas, que certamente darão mais alguns votos a quem as faz, mas que não são consequentes com uma visão civilizacional para este milénio.
Confesso, que sinto agora na pele o que é ser estrangeiro; sinto aquele medo 'silencioso' de falar sobre coisas, que dirão uns, não me dizem respeito, pois eu ainda nem sequer tenho direito de voto em Espanha. Outros dirão que a cidadania, deve de andar a passo com o humanismo, e que segundo a Carta Universal dos Direitos do Homem, nenhum ser humano deve ser privado da sua liberdade de expressão, seja em que ponto de planeta viva. Se a mundialização, serve para tantas coisas atrozes (fome, miséria, exploração,...), que sirva também para os cidadãos livres do mundo possam exprimir o que sentem, onde quer que estejam vivendo.
Pois eu, estrangeiro me confesso! Ainda que um estrangeiro muito previligiado, pois vivo numa das regiões mais próximas, em Espanha, da minha cultura, hábitos e 'costumes' - a Galiza. Sou um cidadão europeu de pleno direito, com situação legalizada em Espanha, tenho privilégios de cidadania, que outros emigrantes, não alcançarão nunca, por muitos anos que vivam, trabalhem e contribuam para a prosperidade deste país onde escolhi viver.
Surge agora, em pleno debate eleitoral, uma das propostas mais preocupantes sobre emigração, que não sendo original (pois infelizmente esta corrente populista, tem também irmandades em França, Bélgica, até em Portugal, para além de outros países), não deixa de ser recheada de um pensamento xenófobo.
A traços largos, o que propõe o candidato pelo PP, a presidente do próximo governo de Espanha, o senhor Rajoi, é todos os estrangeiros sejam obrigados a assinar um contrato que os obrigue a condições humilhantes e violadoras dos mais elementares direitos humanos - a aceitação de um integracionismo cultural, de hábitos e de costumes, muito difíceis de 'balizar'. Se Espanha é um a país 'maioritariamante' cristão, e ligado á tauromaquia (aliás como em Portugal), devemos ser todos, os estrangeiros, convertidos, ou aficionados? Onde fica a tolerância cultural, religiosa, civilizacional (em que Espanha é pioneira)?
Sendo que quando decidimos emigrar para um qualquer país, é natural que a aprendizagem da língua, a convivência e a partilha da cultura local, seja não só evidentemente uma necessidade, mas também uma oportunidade de partilha multi cultural, que pode beneficiar e ampliar civilizacionalmente a todas as culturas (as de origem e as emigrantes). Quando se procura encontrar na emigração o bode expiatório de todos os males sociais de um povo ou nação, estamos negando o direito a que todos possam aspirar à felicidade. Todos os povos têm os seus emigrantes - espanhóis, galegos, portugueses, brasileiros, africanos, até os americanos! - e todos os povos tem o direito a aspirar à felicidade. Quando se procura meter os emigrantes num colete de forças de um qualquer contrato, como desculpa para deixar de procurar o diálogo intercultural, e se pretende impor hábitos e costumes através de uma lei cega, estamos a forçar a natureza humana. Estamos a quebrar as mais elementares leis de convivência humana - a tolerância, a diversidade, o diálogo.
Yo extranjero ¡me confeso! e peço que os políticos que se propõem a governar-nos, pesem nos actos, nas propostas e nas palavras o quanto podemos perder todos com a uni-culturalidade e com a imposição de valores sem respeito pelos do outro. Aí crescem todos os extremismos a que me recuso dar o meu silêncio. Porque a solidariedade, a liberdade e a aspiração à felicidade, tocam-me mais na consciência que todos os medos.
25 de janeiro de 2008
(re)design/(re)diseño
Orikaso


Um recurso de referência para aqueles designers que buscam aternativas. Como diz o 'claim' deste site, directório de vários designers (maioritariamente UK), este é um sítio para "designers que não querem fazer desperdício".
Com vários recursos online, ligações a projectos, empresas que usam eco-materiais, blog, eventos, e uma ferramenta de (re)estratégia que permite escolher os temas em podemos trabalhar.
Mais info: http://www.redesigndesign.org/
15 de janeiro de 2008
FORO SOCIAL GALEGO

Organizacións cívicas e sociais galegas, entre elas a Coordinadora Galega de ONGD, e varias ONGD integradas nela, como participantes no proceso do Foro Social Mundial dende Xaneiro de 2001, convocan a un acto cívico de movilización para expresar dende o noso país, a solidariedade coas principais reivindicacións do movemento antiglobalización.
Por esta razón, convocan a unha Asemblea de Movementos Sociais Galegos, así como a unha Feira de Asociacións (as organizacións interesadas en dispoñer dun espacio para amosar materiais, ideas ou o que consideren deben contactar antes do 15 de xaneiro con info@altermundo.org), para o día de mobilización e acción global que este ano sustitúe ó Foro Social Mundial centralizado.
O obxectivo desta Asemblea, escollida para manter o confronto co Foro Económico Mundial de Davos, encontro da elite neoliberal que acontece sempre no mes de xaneiro desa vila alpina, será o de iniciar a andaina necesaria cara un Foro Social Galego (FSG).
Data: 26/01/2008
Provincia: A Coruña
Localidade: Santiago de Compostela
Axente: Coordinadora Galega de ONGD
Lugar: Facultade de Xeografía e Historia
Horario: 11:30 h
As persoas ou organizacións que desexen integrarse neste proxecto, deberán dirixirse a: info@altermundo.org, paz@sgep.org, fgs@galizasempre.org.
MÁIS INFORMACIÓN:
Cara un Foro Social Galego
Materiais promocionais
O chamamento internacional
Sitio do FSM 2008
Sitio do Fórum Social Mundial
Diseño Sostenible*
*Publicado en EL PAÍS
10 de janeiro de 2008
Ser...humano
Uma 'nova' organização que nasce com um propósito de cumprir a promessa de Ser.
Site a visitar para mais informações:
www.serhumano.org
10 de dezembro de 2007
Semear Prosperidade!

Este é um projecto que criei para partilhar PROSPERIDADE no Mundo.Podem fazer download destes ficheiros, colá-los na parede, na carteira, em vossas casas, onde quiserem. Que possa activar a energia do Porco Dourado nas vossas vidas, e possa dessa forma manifestar-se a energia da Prosperidade.

(Para usar como wallpaper, cartaz, follheto...)

(Para usar como autocolante, cartão para usar na carteira, panfleto para dar aos amigos...)

(Para usar como panfleto, bandeirola...)


(Para usar como wallpaper, cartaz, follheto...)
GLOBAL WARMING! I TAKE ACTION, AND YOU?
(Eng.)
On this days, politicians, global leaders of the World, UN represents, scientists, specialists, hundred of experts, are gathered in Bali to discuss Global Warming (and what actions should be taken to change the actual scenario). At least of 'victory' as already happen: the new prime-minister of Australia, finally sign the Kyoto Protocol! It's an example for the all political community! Someone who gives the example: the promises made to citizens should be accomplished immediately. And on this issue, about the sustainability of the Planet, it's a moral question!
We also can take action! And on this video, there's an good example of citizenship in Action! So, my contribute, is to share this with you, and spread the word. See it, ask yourself what can you do. I do my 'Colibri's' part. I share my seed... and you?
(Pt.)
Por estes dias, políticos, líderes do Mundo Globa, representantes da ONU, cientistas, centenas de especialistas, estão reunidos em Bali, na Indonésia, para discutir o Aquecimento Global (e que acções devem ser tomadas para actuar no actua cenário). Pelo menos, uma pequena/grande vitória já aconteceu: o 'novo' primeiro-ministro da Austrália, finalmente ratificou o Protocolo de Kioto! É um exemplo para toda a comunidade política! Alguém que dá o exemplo: as promesas feitas (durante a campanha eleitoral) aos cidadãos devem ser cumpridas imediatamente. E neste assunto, quando a questão é a sustentabilidade do Planet, trata-se, (mais do que cumprir uma promessa eleitoral), de cumprir com um compromisso moral!
Nós também podemos passar á acção! Neste vídeo, podemos ver um bom exemplo de activismo e de cidadania! Por isso, o meu contributo é partilhá-lo convosco e 'passar-a- palavra'. Vejam-o, e perguntem-se a vocês mesmos, o que podem fazer. Por mim, faço o papel do Colibrí - partilho a minha semente... e você?
30 de novembro de 2007
A 'culpa' é... do Petróleo!

Começo já por dizer que não acredito no conceito 'judaico-cristão' de culpa. Mas vem isto a propósito de um personagem que anda a infernizar a vida a muita gente (a mesmo, mesmo, mesmo muita gente!!!).
Pois ouvia hoje nas notícias, numa rúbrica sobre economia, que a tal da 'culpa' da crise, é do custo do petróleo. Pois... já não é de agora, este hábito (não apenas português) de atirar as culpas para cima dos outros, neste caso do Sr. Petróleo. Então a culpa da situação em que se encontram milhões de seres humanos, que passam fome, que não tem acesso aos mais elementares meios básicos de sobrevivência é desse Sr. Petróleo? Bom, se é, ou não, já lá irei; não antes de tentar entender quem é esse fulano que nos anda a trocar as voltas todas, a dar cabo do nosso querido planeta, a promover guerras, disputas de terra, conflitos locais, regionais e mundiais. Se esse indívuo é o responsável pela subida dos preços dos mais elementares bens de primeira necessidade (pão, leite, arroz, legumes, e por aí fora...) então o que estão à espera? Deixá-lo á solta? Se esse crápula é o responsável pelo défice dos países pobres (e agora também, pelos vistos, dos ricos), pela miséria no mundo, o que é que estão à espera para o prender e julgá-lo num tribunal internacional, como responsável pelas misérias do mundo?!
Pois, dizem-me que esse tal do Petróleo, na verdade não é um bem uma pessoa... até tem algumas características bem parecidas com alguns humanos - é preto (o que para mim é talvez o único ponto a favor), cheira mal, deve saber ainda pior, é viscoso, dificil de agarrar com as mãos, mata ou é responsável pela morte, de mais seres no mundo do que uma bomba atómica... mas não é uma pessoa!
Afinal, se o Sr. Petróleo não é uma pessoa, como é podemos 'culpá-lo' pelo desemprego, pela fome, pela miséria, pela situação de catástrofe em muitas regiões do mundo? Pelo sofrimento todo que vemos na rua, pelas guerras que se fazem com o seu nome?
Pois, eu digo que já está na altura de crescermos todos um bocadinho, e deixarmos de sacudir a "água do capote" passando sempre a culpa para 'terceiros'. De uma vez por todas, já é tempo de assumirmos, não a culpa, mas a responsabilidade que temos no mundo; a nossa responsabilidade individual, social e ambiental, para que com a nossa consciência, tomarmos, e apoiarmos as decisões certas. Porque esse é o cerne da questão! Enquanto continuarmos a infantilizar as responsabilidades que nos cabem a todos, e passarmos a culpa, para conceitos abstratos, nunca seremos capazes de semearmos alternativas palpáveis, concretas que nos possam encaminhar para soluções sustentáveis.
Para que cada um, do Sr. Bush, ao Sr. Chaves, passando pelo Sr. Sócrates, por mim, e por você que lê este texto, saibamos como contribuir com verdadeiras alternativas para um desenvolvimento sustentável do planeta, partilhando responsabilidades, dando a cara e o corpo ao manifesto, e deixando de por a culpa no Sr. Petróleo. No minimo que os seus amigos mais descarados, (agora até o Dr. Soares, é amiguinho desse Sr. Petróleo, vá-se lá saber porquê...)
Eu pela minha parte, dou a minha gota de água, tendo deixado de ter carro, á mais de 2 anos. Ainda não deixei por completo o carro, nem seria viável (logo insustentável), mas acredito nos pequenos passos, mais do que nos grandes discursos.
Seria interessante, dar mais ouvidos a outros Srs. mais interessantes, que gostariam de ser mais escutados e apoiados incondicionalmente. Talvez até nos pudessem ajudar a mandar esse Sr. Petróleo ás urtigas: como o Sr. Sol, o Sr. Vento, os Srs. Ocenanos, e tantos outros que por andam por aí preteridos.
Porque, como dizia a minha mãe - se não tivermos 'petroil' não morremos de fome - mas sem o pãozinho, a história é outra e certamente mais complicada.
8 de novembro de 2007
Publicidade Solidária

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1 de novembro de 2007
Imaginar(e) - soon in YouTube...

It was one week ago. I've been invited to talk to the students of european.design.labs (an european master from Istituto Europeo de Design ), with a lecture focused in my holistic vision in art direction. This was integrated in one of is workshops, and is related with the Woman's Prison of Tires project.

José Fernandes © Images taken at womans prison at Tires in Portugal during the "Istituto Europeo de Design" workshop.
For me it was much more them a lecture, it was a sharing process, involving the teatchers, the students, the board of directors (Tires prison), the people of Museu do Design e daModa , the guards and prisoners... As result of this collaboration, I've filmed this conference (thanks to Cecile video cam!), and my friend José Fernandes, did an wonder full photo reportage, (that I'm just publishing this two photos).
For now, I'm just announcing this event I've participated, but very soon, in a next post, I'll publish a 'reel video' with a resume of this lecture. Them I'll have a link to YouTube, where everybody, can see the full version of this conference.
José Fernandes © Images taken at womans prison at Tires in Portugal during the "Istituto Europeo de Design" workshop.
22 de outubro de 2007
PRISION DHARMA
M. Ghandi

After visiting the Tires Prison, in Portugal; an initiative organized by "european.design.labs" of "Istituto Europeo di Design", I've remember to make this link with another project that I've know from a Buddhist friend. A project launch and developed by the Indian Government. It was filmed, in a very interesting documentary, "Doing Time, Doing Vipassana", by two Israelis woman's... After seeing this 'doc' something change also inside myself. I've notice, like today in this visite to 'Tires Prison' (in the woman's wing) about another way of social awareness and global consciousness... now my heart is simultaneously full of joy and sadness... anyway I'm happy about what I've been notice there - in Portugal there's 'people' "Who Cares" about this people.
I'd look inside some of this womans eyes, and what I saw was - Humanity...

